Superintendente do IEL diz que curso na Ásia superou expectativas dos brasileiros - 26/03/2007
Cingapura - Os participantes do curso Estratégia de Negócios para o Mercado Asiático, promovido pelo Instituto Euvaldo Lodi (IEL) em parceria com o European Institute of Business Administration (Insead), viajam neste sábado, 24 de março, para Xangai, na China. Durante três dias os 20 empresários visitarão empresas brasileiras e estrangeiras que se instalaram na China e companhias chinesas. A primeira fase do curso que começou em 15 de março, em Cingapura, mostrou aos empresários os caminhos necessários para uma boa negociação com os países asiáticos. Segundo o superintendente do IEL, Carlos Cavalcante, o treinamento foi um sucesso, porque os participantes entenderam melhor as diferentes realidades, acertos e dificuldades encontrados por quem já investiu na Ásia. “Superamos nossas expectativas", disse ele. Leia a seguir os principais trechos da entrevista concedida pelo superintendente do IEL.
O curso cumpriu as finalidades?
A programa permitiu a todos os participantes ter uma visão sobre a Ásia. Eles conheceram as características de todos os países da região. Na verdade, o curso desmistificou aquilo que parece ser muito complexo, mas a partir do momento que as pessoas têm conhecimento, ainda que inicial, elas podem conduzir de maneira muito mais segura as suas negociações.
As perspectivas de conquista de novos mercados animaram os participantes deste curso? Qual a diferença entre este e outros treinamentos promovidos pelo IEL?
Sem dúvida, esse programa tem uma característica bastante diferente. Os demais programas internacionais do IEL têm uma abordagem na gestão de uma forma ampla, seja na estratégia, seja nas ferramentas de melhoria da gestão interna das empresas, sejam as boas práticas internacionais. Mas aqui, a questão da possibilidade da aplicação prática e imediata do conhecimento é muito atrativa para os empresários. Naturalmente, os participantes eles estão avaliando as alternativas de negócios para suas empresas com relação à Ásia, como a questão da terceirização, as alianças entre empresas, as joint ventures. Os participantes do curso viram, por exemplo, a importância de se compreender bem o foco no cliente e que a prestação de serviços e a indústria são muito próximos. Isso foi uma verdadeira revolução na cabeça dos empresários que buscarão implementar os conhecimentos imediatamente.
O IEL continuará investindo nesse tipo de curso?
Certamente. O IEL tem sido sondado por várias escolas de programas internacionais, tão importantes no ranking mundial quanto o Insead. O objetivo é fazer com que os empresários, em um curto período, façam uma imersão em conceitos de gestão modernos e comparem suas práticas e idéias com as das melhores empresas do mundo. Na verdade, são programas que ensinam mais do que novas tecnologias e novas possibilidades do mundo de gestão. Eles ensinam como transformar um conhecimento, ajudam os empresários a reorganizar suas estratégias e aumentar os resultados dos seus negócios.
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