Educação Empresarial
  - Educação Executiva
IEL
- Capacitação
Empresarial
    Gestão Empresarial
   
   Competitividade
Internacional
  - Plataforma
Brasil-Europa
- Eurocentro
   Estágio
   
   Bolsas Educacionais
   
   RETEC - Rede de
Tecnologia
   
   Qualificação de Fornecedores
   
   Publicações
   
   Sala de Imprensa
   
   Editais
 
   
Parceiros
e colaboradores
do IEL

Área restrita
 
 
 
 
Inicio > Sala de Imprensa
  Curso do IEL ajudará brasileiros a negociarem com a Ásia - 29/03/2007

Xangai – A comitiva de 20 empresários que participou do curso Estratégias de Negócios para o Mercado Asiático promovido pelo Instituto Euvaldo Lodi (IEL), em colaboração com o Ásia Campus do European Institute of Business Administration (Insead), voltou para o Brasil. Depois de duas semanas de palestras e visitas, os empresários esperam colocar em prática os conhecimentos e técnicas adquiridas no continente asiático. 

Para o gerente de Capacitação, Empreendimento e Desenvolvimento de Talentos do IEL, Oto Morato Alvares, o resultado superou todas as expectativas. Prova disso, segundo ele, foi o Interesse e comprometimento dos participantes que superaram dificuldades com a língua. “Esses empresários estão prontos para difundir no Brasil o conhecimento adquirido aqui”, afirmou Alvares. 

Segundo Alvares, três fatores contribuíram para que a China se tornasse uma grande potência mundial. O primeiro é o estímulo ao empreendedorismo. “Podemos observar que essa fórmula já havia sido aplicada em outros países anteriormente”, disse. O gerente lembrou ainda que nos últimos cinco anos foram abertos na China mais de 20 milhões de novos empreendimentos. Houve também uma diminuição da informalidade. “Prova disso é o aumento da arrecadação do governo que cresce mais de 20% ao ano, muito superior ao crescimento anual de 10% da economia chinesa”, reforçou.

O terceiro fator fundamental para consolidar a economia chinesa, disse Alvares, foi a decisão do governo chinês de não vender as estatais para a iniciativa privada, mas sim estimular a entrada de capital privado. “Eles abriram investimento direto e não se desfizeram dos seus ativos. Com isso, aumentaram a eficácia e o resultado é um governo forte, empresas fortes e investimento direto internacional”, lembrou. 

Na avaliação do vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (FIEPE), Paulo de Araújo Cunha, a China é encarada por empresários brasileiros como um grande desafio que, depois do curso, será superado com maior facilidade. “Além da capacitação empresarial, o curso nos permitiu um contato com a realidade chinesa e isso permitirá que tenhamos uma atuação melhor no mercado. Nós vamos transformar as questões que eram consideradas desafios em oportunidades”, concluiu.

 
 
 

Melhor visualizado com Netscape Navigator 7.0, Internet Explorer 5.0 ou superior